"Eu já começara adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
(...)
Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já presentia. Como demorei! Eu vivia no ar...Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
(...) sem tocá-lo em êxtase puríssimo.
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher e seu amante."**
a vida tem sim uma ou duas gotinhas de felicidade - eu lembrei de uma agora, espero que ela se lembre de mim.
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domingo, 14 de setembro de 2008
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